Jesus foi manso, mas também virou mesas — Manso sim, passivo não!



Seja firme como Jesus — Mansa sim, passiva não.

Algumas pessoas confundem bondade com passividade.

Elas crescem acreditando que ser “boazinha” é aceitar tudo, calar diante da injustiça, carregar pesos que não são seus e sorrir enquanto são desrespeitadas. Acham que isso é ser cristã. Acham que isso é ser educada. Acham que isso é ser mulher forte.


Mas não é.


Há um erro silencioso que muitas mulheres cometem no ambiente de trabalho, nos relacionamentos e até dentro da igreja: confundem amor com anulação, confundem empatia com omissão.


E isso tem um preço.


Um exemplo: Jacira começou a trabalhar em um setor novo. Ainda sem muita experiência, fez de tudo — carregou peso, correu atrás de demandas externas, fez o que ninguém queria fazer. Ela foi resiliente, acreditando que, com o tempo, a situação mudaria. Mas quando novas colegas chegaram, em vez de ela se posicionar como referência, ela cedeu à pressão do grupo, se uniu a conversas paralelas, críticas sutis, piadas internas — tudo isso tentando se sentir aceita e desabafar sua frustração.


O resultado?


Ela perdeu autoridade. Perdeu a oportunidade de influenciar com propósito. Perdeu a firmeza que, lá no fundo, sempre teve.


Mas o melhor dessa história não é o erro. É a virada de chave.


Desenvolvimento pessoal: corrigir o que te diminui

A primeira lição aqui é que você não precisa ser perfeita — só precisa ser consciente.

Não é sobre nunca errar, mas sobre reconhecer e mudar.

Jacira entendeu que suas falas, por mais inocentes que parecessem, geravam desunião e afastavam exatamente o que ela queria transmitir: integridade e força.

Ela decidiu parar.

Parar de falar pelas costas.

Parar de se unir ao erro alheio.

Parar de buscar justiça do jeito errado.


E começou a falar menos. Observar mais. Comandar com calma. Se posicionar sem se explicar.


Comunicação: o que você fala define quem você é

Você quer ser ouvida? Então não fale o que todo mundo fala.

Quer ser respeitada? Então não entre em rodas de julgamento, mesmo que todos ali estejam “certos”.

Quer ser referência? Então comunique como uma: com clareza, com firmeza e com o espírito em paz.


A mulher dessa história entendeu que autoridade não vem do tempo de casa, mas da postura.

E postura começa no tom de voz, na escolha das palavras, no silêncio intencional.

A autoridade espiritual e emocional de uma mulher se constrói quando ela fala o que edifica — e silencia o que afasta.


Propósito: você não está ali por acaso

Tem algo maior por trás de onde você trabalha, com quem convive, do que você enfrenta.

O seu ambiente é um campo de influência, não um lugar de sobrevivência.


Você pode ter chegado insegura, desorganizada, sobrecarregada — mas Deus não erra endereço. Ele te colocou ali para liderar com propósito, comunicar com graça e crescer com verdade.


E o mais bonito?

Quando essa mulher decidiu sair do “papel de enfeite” e assumir o papel de voz, tudo começou a mudar.

Ela entendeu que Jesus foi manso, mas não foi omisso. Que ele lavou pés, mas também virou mesas. Que ele foi cordeiro, mas também é leão.


E ela escolheu ser como Ele.

Agora é com você


 Você está se anulando por medo de desagradar?

 Está se calando para ser aceita por quem não te valoriza?

 Está buscando justiça pelas costas ao invés de se posicionar com elegância?


Hoje é o dia de decidir.

Você pode sair desse papel que não te cabe.

Você pode alinhar sua fala ao seu propósito.

Você pode ser uma mulher de honra, que é firme sem perder a doçura, que comanda sem humilhar, que influencia sem manipular.


Você pode ser diferente.

Aliás… você já é. Só precisa se lembrar disso.


Com carinho,

Luh Almeida


Você não foi feita para se esconder no canto. Você foi feita para transformar o ambiente com sua presença.”


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